terça-feira, 8 de maio de 2012

Alunos fazem campanha pelo direito de ter ‘voz’


Na quinta-feira, dia 3 de maio, foi comemorado mais um Dia Internacional da Liberdade de Imprensa. A data foi implantada em dezembro de 1993 pela ONU (Organizações das Nações Unidas) dois anos depois da Conferência Geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em 1991, quando foi aprovada a Declaração de Windhoek. Este documento reconhece que a democracia em uma sociedade só tem condições de existir com uma imprensa livre, independente e pluralista.

CONTEÚDO DIFERENTE
Pensando na importância do tema “liberdade de expressão” e, ao mesmo tempo, associando-o com o conteúdo da disciplina de Técnicas de Redação para o 3o. ano do ensino médio, a professora Ayne Regina Gonçalves Salviano, do Colégio Toledo, em Araçatuba, propôs que grupos de alunos executassem uma campanha comunitária sobre o assunto. A forma escolhida para apresentação das ideias foi a confecção de cartazes (alguns reproduzidos nesta página).

TRABALHO EM EQUIPE
Durante as pesquisas para a execução do trabalho, os jovens aprenderam que mesmo hoje, no mundo globalizado, não há liberdade de expressão e de imprensa em toda a parte, a todo o momento. Tanto o Brasil como os outros países do resto do mundo não estão totalmente livres da censura. Há muitos que ainda sofrem com a falta da liberdade de expressão, como Venezuela, Bolívia, Cuba, Egito, Coréia do Norte e, atualmente, a Síria. Nestes locais não há interesse dos governantes que a informação gere opinião crítica.

EXPOSIÇÃO DE IDEIAS
Aproximadamente 40 alunos participaram da confecção dos sete cartazes apresentados. Antes de expor o trabalho ao público da escola e do Centro Universitário Toledo, os jovens argumentaram, em sala de aula, com os colegas, as razões por escolherem temas como a liberdade do pensamento individual, a crítica a veículos de comunicação considerados (por eles) manipuladores até a liberdade (ou não) de reproduzir conteúdos da internet.
“Foi um trabalho motivador, interessante, que mexeu com o conhecimento histórico e de atualidades deles, mas também com o lúdico, da leitura livre, dos recortes, da colagem e outros atrativos necessários aos cartazes”, comentou a professora Ayne Salviano, que também é coordenadora do Ler para Crescer e usa sistematicamente a mídia durante suas aulas.







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