terça-feira, 22 de março de 2011

Portadores são capazes e precisam de oportunidade

O Dia Internacional da Síndrome de Down, lembrado amanhã, será marcado mais uma vez pela luta contra preconceito e exclusão. Sob o tema “Inclusão Acontecendo – Amplie este exemplo”, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, organizadora do movimento no Brasil, quer mostrar que os portadores deste “acidente” genético são capazes, mas precisam de oportunidade.


Tendo o mercado de trabalho como um de seus principais desafios, a ajudante de cantina Andreza Lauretto Biffi, 31 anos, de Araçatuba, contou à reportagem que há dois anos conseguiu concretizar um de seus maiores sonhos: ter um emprego. Portadora de síndrome de Down, ela disse que já havia feito inúmeras atividades como natação, pela Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Araçatuba, mas achava que ainda faltava esta experiência. "Estou adorando, lá tenho contato com muitas pessoas, faço amigos e, ainda tenho meu próprio dinheiro", contou.

Para realizar seu sonho contou com a ajuda da própria Apae, onde passou por todo um processo de preparação até conseguir uma colocação no mercado de trabalho formal. A mãe de Andreza, a dona de casa Marlene Laureto Biffi, 60, completou que ela e o marido sempre apoiaram a filha em suas decisões, mas confessa que relutou contra a ideia dela de trabalhar por receio do preconceito. (SILVIA HELENA)

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