segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Li e recomendo!


Resenha: ClickBooks/Wak Editora 
A polarização entre apocalípticos e integrados, teorizada por Umberto Eco, merece nossa atenção, embora, em meio a transformação estruturais vertiginosas do mundo atual, seja urgente equilibrar o receio e o entusiasmo com as novas tecnologias da informação e da comunicação. E, mais urgente ainda, é incorporar essas tecnologias, crescentemente aperfeiçoadas, no complexo processo de ensino-aprendizagem, em favor da formação de cidadãos atuantes, reflexivos e colaborativos.
Este livro é uma oportunidade de pensar a confluência entre os campos educacional/comunicacional, dialogando com oito educadores, de diversas origens disciplinares, como Sociologia, o Jornalismo, a Pedagogia e outras, e diversas atuações institucionais, como as da universidade, dos Meios de Comunicação e das Escolas.
Neste livro, encontran-se textos, relevantes e atuais, sobre a comunicação, o ideal de educação dialógica e as novas formas de ensinar a aprender. Afinal, como ser ator em uma sociedade que se renova constantemente, sem que essa renovação reflita na escola?
Torna-se necessária uma escola que ensine a selecionar informações, na sua expressiva dimensão, característica do mundo informatizado e globalizado, assim como proporcione o trabalho coletivo para sua análise e possível aproveitamento. È preciso formar atores sociais em uma escola que estimule e acompanhe os avanços da comunicação. È preciso, enfim, que a escola se sintonize com o mundo contemporâneo.

Sumário:
Apresentação
Mary Rangel e Wendel Freire
Comunicação e expressão na arte de ensinar
Mary Rangel e Wendel Freire
Educação na soma com os meios
Cristiane Parente
Jornal: meio de comunicação e instrumento para intervenções pedagógicas de alfabetização e letramento
Robson Barbosa Cavalcanti
O uso da televisão e do vídeo nas aulas de Língua Portuguesa
Monica Rabello de Castro
Televisão e vídeo nas aulas de Língua Portuguesa
Cláudia Pinheiro
A informática na educação antes e depois da web 2.0: relatos de uma docente-pesquisadora
Edméa Santos
Inclusão digital: algo mais do que ter acesso às tecnologias digitais
Marco Silva
Dica de livro - Por Valeska Andrade
Recomendo a leitura do livro: “Ensino – Aprendizagem e Comunicação”, organizado por Mary Rangel e Wendel Freire. Uma reunião de textos escritos por conceituados educadores de diversas disciplinas, como a Sociologia, o Jornalismo, e a Pedagogia, além da participação das diferentes institucionais, como as Universidades, os Meios de Comunicação e as Escolas.

Cristiane Parente, coordenadora do Programa de Jornal e Educação da ANJ, escreve um capítulo enfocando a comunicação, o ideal de educação dialógica e as novas formas de ensinar a aprender. Intitulado “Educação na soma com os meios” aborda o quanto veloz estão mudanças em relação à comunicação.
Ela cita uma afirmação do pesquisador Guilhermo Orozco, onde fala que em um contexto de avançadas tecnologias de informação, não é possível estudar a cultura fora da comunicação.

A polarização entre apocalípticos e integrados, teorizada por Umberto Eco, merece nossa atenção, embora, em meio a transformações estruturais vertiginosas do mundo atual, seja urgente equilibrar o receio e o entusiasmo com as novas tecnologias da informação e da comunicação.
E, mais urgente ainda, é incorporar essas tecnologias, crescentemente aperfeiçoadas, no complexo processo de ensino-aprendizagem, em favor da formação de cidadãos atuantes, reflexivos e colaborativos.
Torna-se necessária uma escola que ensine a selecionar informações, na sua expressiva dimensão, característica do mundo informatizado e globalizado, assim como proporcione o trabalho coletivo para sua análise e possível aproveitamento.
É preciso formar atores sociais em uma escola que estimule e acompanhe os avanços da comunicação. É preciso, enfim, que a escola se sintonize com o mundo contemporâneo.
Boa leitura!
Mais informações: http://www.wakeditora.com.br/

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