Para desenvolver o potencial de aprendizado ao máximo, crianças com deficiência física ou cognitiva precisam de ferramentas adequadas às suas necessidades especiais. O investimento, contudo, costuma ser elevado, o que dificulta o acesso a boa parte das associações assistenciais e famílias. Para superar a dificuldade, uma pesquisadora do Laboratório de Sistemas Integrados (LSI) da Escola Politécnica (Poli) da USP elaborou um software gratuito que utiliza a musicoterapia na reabilitação de deficientes. Requer apenas computador com áudio, webcam e impressora para funcionar. Pode ser baixado no endereço www.tec-edulivre.com.br .
terça-feira, 22 de maio de 2012
Software usa música para tratamento de crianças deficientes
Thiago Minami, especial para a Agência USP
Morte, Vida, Persuasão e Poesia
Agência USP
Trata-se de um estudo de três pares de sonetos dos poetas Luis de Góngora e Gregório de Matos, cujo objetivo é o de compará-los, tendo como base as preceptivas retóricas e poéticas clássicas e renascentistas, a fim de verificar de que modo os autores, partindo da tópica da morte na composição do elogio, são diferentes.
Lidar com ansiedade da Geração Y é desafio para empresas
Thiago Minami, especial para a Agência USP
Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreiraNascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores. Ao mesmo tempo, a Geração Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.
Historiografia atual quebra mitos sobre escravidão no Brasil
Thiago Minami, especial para a Agência USP
A relação conflituosa e opressiva, marcada pelos castigos físicos, é apenas um dos modelos de interação entre senhores e escravos no período colonial brasileiro. Se esse modo era recorrente na produção de açúcar, na pecuária os negros tinham liberdade para cultivar seus próprios alimentos, vender o excesso de produção e até constituir família. É o que mostra pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP desenvolvida pelo historiador Antonio Roberto Alves Vieira e orientada pela professora Vera Lucia Amaral Ferlini.
Agricultura e pecuária possuíam relações distintas entre senhores e escravosNão se trata, no entanto, de um ato de bondade dos senhores. Como a atividade pecuária lida com terras de grandes extensões, que facilitariam a fuga, a melhor maneira de manter os escravos por perto era permitir que mantivessem vínculos com o local. Ao constituir famílias, criava-se o espírito de solidariedade e cooperação, gerando um senso de responsabilidade para com os que dele necessitavam. Com cônjuges, filhos e outros parentes, os escravos teriam mais dificuldade em escapar.
Agricultura e pecuária possuíam relações distintas entre senhores e escravosNão se trata, no entanto, de um ato de bondade dos senhores. Como a atividade pecuária lida com terras de grandes extensões, que facilitariam a fuga, a melhor maneira de manter os escravos por perto era permitir que mantivessem vínculos com o local. Ao constituir famílias, criava-se o espírito de solidariedade e cooperação, gerando um senso de responsabilidade para com os que dele necessitavam. Com cônjuges, filhos e outros parentes, os escravos teriam mais dificuldade em escapar.
Livro traz retrato da imigração árabe no Brasil
Valéria Dias
Agência USP
Quando os pioneiros chegaram ao Brasil, criaram uma propaganda positiva do paísAlgumas crenças ligadas a imigração libanesa no Brasil foram sendo construídas ao longo do tempo. Uma delas diz que os mascates libaneses sempre enriquecem e se transformam em “doutores”. Já outra crença aponta que Dom Pedro II teria sido um grande incentivador dessa imigração. Ao estudar o tema em seu mestrado, a pesquisadora Samira Adel Osman constatou que essas crenças não passam de mitos.
“Essa história de que todo libanês que trabalha no Brasil como mascate acaba enriquecendo não é verdadeira. Segundo o mito, a primeira geração de libaneses foi trabalhar como mascate. A segunda geração se tornou comerciante. E a terceira, doutor. Apesar de existirem alguns casos em que isso realmente aconteceu, muitos deles ainda ganham a vida exercendo a função de mascate”, aponta a pesquisadora, que atua como professora de História da Ásia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Agência USP
Quando os pioneiros chegaram ao Brasil, criaram uma propaganda positiva do paísAlgumas crenças ligadas a imigração libanesa no Brasil foram sendo construídas ao longo do tempo. Uma delas diz que os mascates libaneses sempre enriquecem e se transformam em “doutores”. Já outra crença aponta que Dom Pedro II teria sido um grande incentivador dessa imigração. Ao estudar o tema em seu mestrado, a pesquisadora Samira Adel Osman constatou que essas crenças não passam de mitos.
“Essa história de que todo libanês que trabalha no Brasil como mascate acaba enriquecendo não é verdadeira. Segundo o mito, a primeira geração de libaneses foi trabalhar como mascate. A segunda geração se tornou comerciante. E a terceira, doutor. Apesar de existirem alguns casos em que isso realmente aconteceu, muitos deles ainda ganham a vida exercendo a função de mascate”, aponta a pesquisadora, que atua como professora de História da Ásia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Oficinas de voz
Agência USP
A Oficina de Voz para Professores: A Voz que Ensina é destinada a professores das redes pública e particular do ensino infantil ao superior e ocorre pela manhã, das 8 às 9 horas e à tarde das 14 às 15 horas. Para os profissionais e alunos da Comunicação Social será oferecida a Oficina de Voz e Locução: Conheça, Pratique e Aprimore., que ocorre pela manhã das 11 às 12 horas e à tarde das 17 às 18 horas.
As oficinas serão ministradas por alunos do quarto ano de graduação do curso de Fonoaudiologia da FOB, sob a coordenação das professoras Lídia Teles e Kelly Silvério, ambas do Departamento de Fonoaudiologia. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (14) 3235-8332. As oficinas ocorrerão no Anfiteatro 9 do Departamento de Fonoaudiologia da FOB (Alameda Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária, Bauru).
Mais informações: (14) 3235-8332
Professora conscientiza alunos por meio de mural
Folha da Região - 22/05/2012 (B6)
A professora de línguas portuguesa e inglesa Renata de Souza Ubeda realizou com os alunos do 1º ano C do ensino médio da Escola Estadual Professor Genésio de Assis, localizada no bairro Paraíso, em Araçatuba, a atividade de um jornal mural baseado nas edições da Folha da Região que a escola recebe todos os dias por meio do Programa Jornal e Educação Ler para Crescer. O objetivo foi aprimorar o conhecimento sobre gêneros textuais.
Antes de iniciar o projeto, a educadora teve o cuidado de explicar como é a organização deste veículo de comunicação, como são divididos os cadernos, como funcionam as seções, mas especialmente sobre a importância do jornal na vida dos cidadãos. Para o pensador Hegel, por exemplo, “o jornal é a oração matinal do homem moderno”.
Avaliações, sempre
Ayne Salviano
Folha da Região - 22/05/2012 (B6)
Quem trabalha com educação sabe: é preciso avaliar. Há várias formas, maneiras e conceitos, mas só uma coisa não muda: é preciso medir. Com o trabalho do Ler para Crescer não é diferente.
INSTITUCIONAL
Somos sistematicamente avaliados, pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), pela Folha da Região, pelas empresas-parceiras, mas especialmente pelos educadores e estudantes que participam do projeto. Há até quem não conheça o trabalho e teime em falar dele. Mas isso é outra história.
Exclusão afeta aprendizagem de aluna com deficiência visual
Mariana Melo
Agência USP
A integração de uma garota de 17 anos com deficiência visual no cotidiano de uma escola regular mostrou que algumas práticas dos professores observados poderiam ser consideradas como comportamento de exclusão.
No trabalho “Educação de pessoas com deficiência visual: inclusão escolar e preconceito”, realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP entre 2008 e 2010, a psicóloga Diana Villac Oliva acompanhou por seis meses as aulas e os intervalos para recreio desta garota em uma escola particular de médio porte, no interior de São Paulo. A garota cursava a 9ª série do Ensino Fundamental.
Agência USP
A integração de uma garota de 17 anos com deficiência visual no cotidiano de uma escola regular mostrou que algumas práticas dos professores observados poderiam ser consideradas como comportamento de exclusão.
No trabalho “Educação de pessoas com deficiência visual: inclusão escolar e preconceito”, realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP entre 2008 e 2010, a psicóloga Diana Villac Oliva acompanhou por seis meses as aulas e os intervalos para recreio desta garota em uma escola particular de médio porte, no interior de São Paulo. A garota cursava a 9ª série do Ensino Fundamental.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Feira de livros leva escritores às escolas e impulsiona leitura
Agência Brasil
Debaixo de chuva, um grande público foi às ruas para prestigiar o desfile de 2 mil crianças, jovens e adultos, de 40 escolas e instituições que festejaram os 154 anos do município de Passos, sudoeste de Minas Gerais. No desfile, que teve como tema Cultivando Leitores, Protagonistas da sua História, a cidade aplaudiu a participação até então inédita de vários escritores, da cidade e de fora, homenageados pelas escolas. O evento encerrou a I Feira Literária de Passos, Flipassos, que desde o dia 8 alterou a rotina das instituições de ensino locais, promovendo uma grande mobilização de incentivo à leitura.
Debaixo de chuva, um grande público foi às ruas para prestigiar o desfile de 2 mil crianças, jovens e adultos, de 40 escolas e instituições que festejaram os 154 anos do município de Passos, sudoeste de Minas Gerais. No desfile, que teve como tema Cultivando Leitores, Protagonistas da sua História, a cidade aplaudiu a participação até então inédita de vários escritores, da cidade e de fora, homenageados pelas escolas. O evento encerrou a I Feira Literária de Passos, Flipassos, que desde o dia 8 alterou a rotina das instituições de ensino locais, promovendo uma grande mobilização de incentivo à leitura.
Dilma destaca papel das creches na diminuição das desigualdades entre ricos e pobres
Yara Aquino
Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (11) que investir em creche é a chance que o país tem de enfrentar “na raiz” o problema da desigualdade entre ricos e pobres. Ela anuncia na segunda-feira (14), em cerimônia no Palácio do Planalto, ações nas áreas de saúde e educação, como vagas em creches, além da ampliação do Programa Bolsa Família.
Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (11) que investir em creche é a chance que o país tem de enfrentar “na raiz” o problema da desigualdade entre ricos e pobres. Ela anuncia na segunda-feira (14), em cerimônia no Palácio do Planalto, ações nas áreas de saúde e educação, como vagas em creches, além da ampliação do Programa Bolsa Família.
Programa do MEC vai investir na formação de professores
Daniel Mello
Agência Brasil
São Bernardo do Campo (SP) – Deve entrar em funcionamento, no ano que vem, o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Ministério da Educação (MEC). Segundo o secretário de Educação Básica da pasta, Cesar Callegari, na próxima semana o ministério enviará uma correspondência a todos os prefeitos e governadores explicando os detalhes do programa, que pretende garantir a alfabetização de todos os alunos até os 8 anos de idade tendo como principal foco a melhora na formação dos professores que lecionam nos três primeiros anos do ensino fundamental.
Agência Brasil
São Bernardo do Campo (SP) – Deve entrar em funcionamento, no ano que vem, o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Ministério da Educação (MEC). Segundo o secretário de Educação Básica da pasta, Cesar Callegari, na próxima semana o ministério enviará uma correspondência a todos os prefeitos e governadores explicando os detalhes do programa, que pretende garantir a alfabetização de todos os alunos até os 8 anos de idade tendo como principal foco a melhora na formação dos professores que lecionam nos três primeiros anos do ensino fundamental.
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